STORYTELLING

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“Escolha um trabalho

que você ame e nunca terá

que trabalhar um dia em sua vida.”

Confúcio

A foto que originou o B do nosso logo

Mais importante do que a gente faz é porque a gente faz. Por isso a nossa filosofia está na home junto com nosso know-how: filmes, eventos e marketing.

O sócio Bruno Menezes nasceu no Rio em novembro de 1976 e trabalha desde os 16 anos com eventos, mas também já foi gerente de uma pastelaria. Criado na Tijuca, rubro-negro, filho de uma secretária do Piauí e de um pai mineiro, jornalista, tem uma irmã mais velha e três afilhados. Fez jornalismo na Facha e até abrir a BUSTER em 2015, passou por veículos de comunicação (rádio e TV), agências de publicidade, campanhas políticas, produtoras de vídeo e cinema.

Menezes nunca foi demitido e explica o motivo: "Nunca me permiti estar num lugar sem estar motivado. Quando sentia que o trabalho tinha ficado pequeno pra mim, que eu precisava de mais, que já tinha desgastado todas a minhas oportunidades naquele emprego, que não tinha mais como aprender, absorver algo e crescer, pedia meu desligamento. Assim, sempre procurei me manter em alto nível profissional."

Se especializou em escrever roteiros, dirigir eventos, filmes e na criação. É o lado artístico da BUSTER.

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No final de janeiro de 72 chegava ao mundo a também carioca Ghi Lobato, a outra sócia que é a parte do planejamento da BUSTER. Cresceu em Madureira, se formou em publicidade pela Gama Filho e vendeu sanduíche natural para ajudar em casa. A família veio do Maranhão. Tem três irmãos, a mãe era enfermeira e o pai corretor de imóveis. Ele os deixou cedo. Coisas do coração.

Ghi é mãe da Maju, de 13 anos.

Também começou cedo em uma grande companhia como telefonista. Virou secretária e foi crescendo, crescendo, crescendo (só profissionalmente. Nunca no tamanho físico) até chegar ao marketing da empresa. Depois de 20 anos por lá, largou tudo para trás e foi ser coordenadora de marketing de uma emissora de rádio, onde conheceu Bruno. A admiração profissional de um pelo outro os aproximou muito... até mais do que deveria, né?

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Lá vem spoiler. Em dezembro de 2014, Bruno acabara de ler a excelente biografia do Anthony Kiedis, vocalista do Red Hot Chili Peppers que teve uma vida muito louca com problemas pesados com os pais, muitas drogas e várias internações, sendo a última a mais severa. Quando saiu da clínica limpo, o roqueiro ganhou um cachorro. Ele termina o livro confessando que até os dias atuais ainda pensa em ficar doidão, mas olha para seu cão e desiste. Então ele termina a obra dedicando sua vida, o fato de conseguir se manter sóbrio e o próprio livro a seu cachorro, Buster.

Uma semana depois Bruno ganhou do amigo DJ Marlboro um filhote de Golden Retriever e batizou o cão de... Buster.

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Bruno e Ghi foram clientes por muitos anos e insatisfeitos com alguns atendimentos feitos pelas agências, produtoras e fornecedores e desacreditados com certos métodos ultrapassados do mundo corporativo, largaram tudo e resolveram mudar de lado do balcão e abrir uma agência de comunicação. Mas qual seria o nome do empreendimento? O que eles queriam era montar um negócio que tivesse comprometimento, lealdade, cumplicidade, parceria, sinceridade, fidelidade, amizade e respeito. Que valorizasse a todos sem diferença de cargo ou instrução. Eles entendem que todos são importantes na engrenagem. Nada representa melhor essa filosofia, este conceito que a relação entre homem e o cachorro.

Por isso, BUSTER COMUNICAÇÃO.

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